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  1. Governação e segurança

    A resposta errada e confiante é pior do que a evidência em falta

    Um relatório de governação disse-nos que um site tinha a partilha externa desativada. O site permitia ligações anónimas. Nada estava avariado: uma API correta devolveu um valor por omissão para uma propriedade que nunca tinha lido, e essa omissão calhava ser a palavra mais segura do enum. Aqui fica o mecanismo, o código que o reproduz, a documentação da própria Microsoft, e a disciplina que apanha a classe inteira.

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  2. Migrações

    SharePoint 2016, 2019, Subscription Edition e Online: o que muda realmente

    O 2016 e o 2019 acabam ambos a 14 de julho de 2026. A Subscription Edition não tem data de fim e não se compra de vez. O Online tem funcionalidades que os outros nunca vão ter, e a Subscription Edition tem duas que costumam aparecer listadas como impossíveis. Uma comparação prática, com o licenciamento que decide.

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  3. Desenvolvimento e automação

    Continuamos a medir engenheiros pela parte que foi automatizada.

    Em 2025 o DORA deitou fora o seu próprio quadro de pontuação. Os escalões low, medium, high e elite, que a indústria citou durante uma década, deram lugar a sete arquétipos de equipa sobre oito medidas. Isso não é uma nota de metodologia. É o quadro de medição mais usado no software a admitir que os instrumentos já não leem aquilo que decide se um sistema sobrevive.

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  4. IA e agentes

    Um agente é uma integração. Cem são um problema de governação.

    Os agentes ganharam identidade de produção antes de terem forma estável de registar o que fizeram. O Microsoft Entra Agent ID já está disponível, com patrocinadores e datas de validade. As convenções do OpenTelemetry para os rastos dos agentes continuam experimentais. Essa diferença não é um detalhe: decide o que se pode pôr em produção este ano, e transforma uma questão de IA numa questão de governação.

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  5. IA e agentes

    Os agentes decidem. O código executa. O trabalho é saber onde está a linha.

    A promessa é que os agentes substituem aplicações. Nos sistemas que construímos, não substituem. Um agente é muito bom a perceber um pedido, a pesar opções e a escolher uma ferramenta. É o sítio errado para um pagamento, uma regra fiscal ou uma verificação de permissões. É aqui que a linha cai, e porque é que pô-la no sítio errado sai caro.

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  6. IA e agentes

    A IA resolveu a sintaxe. Não resolveu o julgamento.

    Três medições independentes, feitas entre 2025 e 2026, apontam todas para o mesmo sítio: o código gerado por IA passa em mais de 95% na correção sintática e em 55% na segurança, e esse segundo número não se mexe há dois anos. A parte que se escreve ficou barata. A parte que se decide, não.

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  7. IA e agentes

    O que é preciso pôr em ordem antes de ligar o Copilot

    O Copilot não cria problemas de permissões. Torna fáceis de encontrar os que já lá estavam, e deixa de ser preciso saber o que se procura.

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